Publicado em Filosofia, Filosofia para Ensino Médio, Introdução à Filosofia

Problemas filosóficos para o século XXI

Os filósofos John Perry, Ken Taylor, Brian Leiter, Jenann Ismael e Martha Nussbaum, no programa Philosophy Talk, elegeram os 10 problemas filosóficos mais urgentes do século XXI. Penso que ter em mente a noção de um problema filosófico é de extrema relevância no aprendizado da filosofia, pesquisa e ensino da filosofia. Trabalhar com problemas bem definidos pode poupar tempo e trazer resultados mais recompensadores. E compartilho a lista pois também pode ser inspiradora para quem esteja pensando em investir na formação filosófica, ou mesmo estar escolhendo um tema de pesquisa.

Lista completa: em inglês e na tradução do Google Tradutor.

Lista resumida:

10. Encontrar uma nova base para as sensibilidades e valores comuns
9. Encontrar uma nova base para a identidade social
8. O problema mente-corpo
7. A liberdade pode sobreviver ao ataque da ciência?
6. Informação e má-informação na era da informação
5. A propriedade intelectual na era da mixagem e remixagem
4. Novos modelos da tomada de decisões e racionalidade coletiva
3. O que é uma pessoa?
2. Os humanos e o ambiente
1. Justiça global

Autor:

I'm a doctoral student in Philosophy at Federal University of Santa Maria, Brazil. My research focuses on the practical role of decisions on certain practical aspects of our lives, including responsibility and punishment. I'm also interested in assessing the impact of empirical studies on discussions about free will. More at: https://fischborn.wordpress.com

2 comentários em “Problemas filosóficos para o século XXI

  1. Do jeito como estão apresentados nesta lista, apenas o problema mente-cérebro e o problema de saber o que é uma pessoa parecem problemas filosóficos genuínos. Gostaria de saber como ser formulam os outros problemas.

    1. Olá Eduardo,
      Eu acho que é difícil traçar uma delimitação precisa do que é um problema filosófico, por oposição, por exemplo, a um problema científico. Talvez não haja uma delimitação clara. Mas em seu comentário você dá a entender que há uma maneira de delimitar, e então eu retornaria a pergunta: por que mente-cérebro e o que é uma pessoa são problemas filosóficos genuínos e os demais não? (Por que o problema da liberdade também não seria?, por exemplo. Ou ainda, por que o problema de distinguir a boa informação da má não poderia ser visto como uma versão atualizada do problema da justificação do conhecimento?).
      Um abraço.

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